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Portugal

Sines tem as “melhores condições” para atrair investimento direto estrangeiro – Governo

O secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, disse hoje que Sines (Setúbal) continua a ser a localização do país com “melhores condições para atrair investimento direto estrangeiro”, no âmbito da transição energética e climática.

“Na dupla transição, Sines, continua a ser a localização do país com melhores condições para atrair investimento direto estrangeiro”, afirmou o governante durante a conferência nacional sobre as novas soluções energéticas para a indústria que decorreu hoje no Centro de Negócios da Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS).

Para o governante, o Complexo Industrial e Portuário de Sines, “é mais uma vez a jóia da coroa” e “o centro de desenvolvimento das políticas em torno da energia”, dando como exemplo o cabo submarino da EllaLink, “que permite desenvolver novos modelos de negócio” como a Start Campus, responsável pelo desenvolvimento do megacentro de dados SINES 4.0.

No encontro, promovido pela aicep Global Parques, Eurico Brilhante Dias, reforçou a importância do trabalho desenvolvido pelos vários parceiros, como o Estado, aicep Global Parques e o Portugal Global, “no processo de transformação de Sines”.

Um trabalho “que fará de Sines o polo dinamizador da economia nacional que tanto precisamos”, realçou.

No encontro, o governante, sublinhou que “Portugal passou tarde pela primeira vaga da industrialização, muito centrada nos combustíveis fósseis, em particular no carvão”, porque “a energia é um elemento decisivo para ter vantagens comparativas” e para “gerar outros modelos de negócio”.

“Portugal não tinha carvão e continua a não ter carvão e, desde 01 de dezembro, que comunicamos ao mundo inteiro que somos o primeiro país a não ter centrais termoelétricas a carvão”, referiu.

No seu entender, este “é um elemento que acrescenta valor à proposta que Portugal faz aos investidores estrangeiros, porque hoje esse é um elemento distintivo, que nos distingue e que é central”.

“O país pode olhar, neste momento, para a economia de dados e para uma economia descarbonizada, com recursos, com tecnologia que podem colocar a economia portuguesa, e este território em particular, na liderança dos próximos anos de processos industriais”.

E, com isto, “desenvolver modelos de negócio competitivos à escala internacional” para “exportar mais e atrair mais investimento direto estrangeiro”, defendeu.

“Os projetos que vamos desenvolvendo têm vindo a atrair capital estrangeiro que intensivamente desenvolve modelos de negócio exportadores e Sines tem aqui um papel decisivo”, concluiu.

Lusa

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