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Economia

Sindicato regista elevada adesão no primeiro dia de greve dos operários corticeiros

Os operários corticeiros iniciaram hoje uma greve de três dias para exigirem aumentos salariais de pelo menos 35 euros, com a Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (FEVICCOM) a dar conta de uma elevada adesão.

A greve do dia de hoje está a visar três das 13 empresas corticeiras que vão ser abrangidas por esta jornada de luta, que vai prolongar-se até ao final do dia 23 de julho, sexta-feira.

Em declarações à Lusa, Fátima Messias, dirigente sindical e coordenadora da FEVICCOM, referiu ter-se registado uma adesão quase total à greve por parte dos trabalhadores na Amorim Cork Flooring, SA, em S. Paio de Oleiros (Aveiro), e paralisações nas duas unidades industriais da Amorim Florestal SA, localizadas em Salteiros e Ponte de Sor (Portalegre).

A luta dos trabalhadores corticeiros prossegue esta quinta-feira em mais cinco empresas corticeiras e noutras cinco na sexta-feira.

Na origem desta jornada de luta está a proposta da associação patronal que aponta para uma atualização salarial de 50 cêntimos por dia, que os trabalhadores recusam.

Trata-se, assinala a federação em comunicado, de um aumento de “15 euros por mês, o que corresponde a 50% do aumento do salário mínimo nacional”.

A FEVICCOM iniciou estas negociações a exigir um aumento salarial mínimo de 45 euros, tendo, entretanto, aceitado reduzir o valor para os 35 euros por trabalhador – um valor que tem em conta os 30 euros de aumento decretado para o salário mínimo nacional.

A próxima reunião negocial entre a FEVICCOM e a APCOR, a associação patronal, está agendada para o próximo dia 26 de julho.

Lusa

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