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Cultura

Pianistas Jeffery Macsim, Pedro Burmester e Adriano Jordão no Festival de Música de Mafra

Os pianistas Jeffery Macsim, Marco Clavorà Braulin, Gulsin Onay, Pedro Burmester são alguns dos protagonistas do V Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa”, que tem início no sábado, com direção artística de Adriano Jordão.

Depois de um interregno em 2020, devido à pandemia de covid-19, o festival, que toma para a sua designação o nomo do compositor e pianista Filipe de Sousa (1927-2006), está este ano de regresso com oito concertos, que podem ser assistidos presencialmente ou através de redes sociais.

O programa abre com um concerto, no sábado, pela Orquestra Sinfónica do Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” e pelo pianista Adriano Jordão, diretor artístico do festival, sob a direção do maestro Armando Mota.

Um dia depois, é a vez do pianista Pedro Burmester apresentar o programa “De Bach a Chopin”.

O terceiro concerto, intitulado “Música de Câmara de Beethoven”, tem como intérpretes Adriano Jordão, no piano, a violinista Ana Pereira e a violoncelista Irene Lima.

Os três concertos acontecem em diferentes espaços do Palácio Nacional de Mafra.

A 29 de maio, a Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira, recebe o pianista romeno Jeffery Macsim, para o programa de recital “Harmonies du Soir”.

No dia 05 de junho, é a vez dos pianistas Adriano Jordão, António Luís Silva, Eduardo Jordão, João Elias Soares e Tiago Nunes apresentarem o programa de “Concerto para 2, 4, 6 e 8 mãos”, no Auditório Municipal Beatriz Costa, em Mafra.

A 13 de junho, o espetáculo “Tarde Marroquina – O Oriente encontra o Ocidente”, junta Haj Younes, no oud, e Pedro Jóia, na guitarra, na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva.

O festival prossegue a 19 de junho, com o concerto “Quadros de uma Exposição”, com raiz na obra de Mussorgsky, pelo pianista italiano Marco Clavorà Braulin, na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, e termina a 26 de junho, com o concerto “Chopin para Saramago”, pelo pianista turco Gulsin Onay, evocando a ligação de Mafra ao Nobel da Literatura, na biblioteca do Palácio Nacional de Mafra.

Esta edição conta, de novo, com a parceria da Embaixada do Reino de Marrocos, no âmbito do “Concurso Internacional de Piano S.A.R a Princesa Lalla Meryem”, irmã do rei Mohammed VI, o que permitiu aumentar o número de concertos, trazendo jovens pianistas internacionais e de diversas nacionalidades, laureados naquele certame.

Organizado pela Câmara Municipal de Mafra e pela Fundação Jorge Álvares, o festival é dedicado ao pianista e compositor Filipe de Sousa, que, nos últimos anos de vida, residiu em São Miguel de Alcainça, no concelho de Mafra.

Com o festival, as duas entidades querem homenagear Filipe de Sousa, que doou à fundação, ainda em vida, a casa e a propriedade que tinha naquela aldeia, onde reunira a sua biblioteca, detentora de exemplares raros (como edições autógrafas de Fernando Pessoa), coleções de obras de arte, discos, manuscritos, partituras e todo o seu espólio musical, explicou o presidente da fundação, Garcia Leandro.

Lusa

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