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Cultura

HÁ TEATRO EM ALVITO

Alvito

Hoje pelas 21 horas, irá haver mais um espetáculo de Teatro de Rua em Alvito.

A Câmara Municipal disponibiliza a seguinte sinopse:

Fartas das conversas sobre a falta de dinheiro, a falta de trabalho, a falta de futuro e a falta de jeito da Isabel para o karaoke, quatro amigas põem-se a imaginar:

– “Como seria se a nossa aldeia tivesse muitos turistas?”

– “Ficávamos ricas e a tua mãe era despejada para construir um Alojamento Local…”

Embaladas neste sonho começam a brincar com o fogo: inventam boatos para atrair visitantes. E quando os boatos que lançam começam a atrair os adeptos do “genuíno” elas são apanhadas na teia e não têm alternativa a não ser continuar a inventar realidades para “satisfazer a procura”.

Até ao ponto em que as próprias já não têm a certeza sobre o que é real e o que é FAKE.

Cultura

PS impede reposição do IVA da Tauromaquia nos 6%

PS impede reposição do IVA da Tauromaquia nos 6%

PS impede reposição do IVA da Tauromaquia nos 6%

PAN e Livre votaram também contra a igualdade de IVA para todo o setor cultural. Esta situação distorce a concorrência e prejudica os consumidores dos espectáculos tauromáquicos face aos restantes espectáculos culturais, pelo que a PROTOIRO anuncia que irá recorrer aos tribunais. 

PSD, o CHEGA e o PCP  apresentaram propostas de alteração ao OE, em sede de especialidade, com o objectivo de alterarem a taxa de IVA actual (23%), que desde 2020 se aplica aos espectáculos tauromáquicos, repondo-a nos 6%, como sucedia até 2019, corrigindo uma discriminação ilegal, em relação às restantes áreas culturais, que têm o mesmo estatuto legal que a tauromaquia. 

As propostas foram chumbadas esta tarde, tendo votado a favor das mesmas o PSD, CHEGA e PCP, contra o PS, Pan e Livre, com a abstenção da Iniciativa Liberal. 

Esta situação é ainda mais incompreensível uma vez que o PS está totalmente livre para poder corrigir esta injustiça e ilegalidade, pelo que a responsabilidade desta situação só pode ser atribuída ao próprio governo socialista.

Esta discriminação fiscal é inadmissível e além do setor também a Secção de Municípios com Actividade Tauromáquica, da Associação Nacional de Municípios Portugueses se pronunciaram diversas vezes desde 2020 contra esta discriminação que afeta os seus territórios e a sua economia, pedindo a correção desta situação. 

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Portugal

Museu Aristides de Sousa Mendes abre no próximo ano em Carregal do Sal

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Está prevista para o próximo ano a conclusão da obra do espaço museológico, em homenagem a Aristides Sousa Mendes, antigo cônsul de Bordéus, em França, responsável por salvar milhares de Judeus, durante o holocausto nazi.

A Casa Passal, onde viveu o diplomata português, irá dar lugar ao museu. O projeto terá um custo de 2,8 milhões de euros e resulta de uma parceria entre o município de Carregal do Sal, de onde natural o diplomata e a Fundação Aristides de Sousa Mendes, assinada este domingo na Câmara de Carregal do Sal.

“O museu vai contar toda a história de Aristides de Sousa Mendes desde que começou como cônsul em Curitiba, no Brasil. O foco será o seu trabalho em Bordéus em que salvou 30 mil pessoas da morte”, explicou o presidente da Câmara de Carregal do Sal, Paulo Catalino.

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Portugal

Espetáculo de apresentação dos novos “Rouxinóis do Alentejo”

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No dia 26 de Novembro às 16h irá decorrer no Centro Unesco em Beja, o espetáculo de apresentação do novo Grupo Juvenil Coral e Etnográfico “Rouxinóis do Alentejo”, inserido nas comemorações do 8º aniversário da elevação do Cante Alentejano a Património Cultural e Imaterial da Humanidade.
O grupo é composto por crianças entre os 6 e os 12 anos, ensaiadas nesta nova fase por Paulo Ribeiro.

A Associação Grupo Juvenil Coral e Etnográfico Rouxinóis do Alentejo foi constituída em 2018 mas o grupo existe desde o ano 2000 quando foi representar Portugal num festival juvenil de música na Hungria.

Então sob a direção musical e artística do Prof. Joaquim Mariano, dezenas de crianças passaram pelo grupo, participaram em diversas atuações pelo país fora e foram gravados trabalhos em CD áudio e DVD, incluindo recriações etnográficas associadas aos valores patrimoniais locais, tais como as tarefas dos ciclos do Pão, do Vinho e do Azeite.

Os objetivos são proporcionar aos jovens uma aprendizagem efetiva do Cante, a par de uma consolidação e maior enraizamento ao património cultural e imaterial da nossa região, contribuindo para fortalecer o sentido identitário e de pertença à comunidade.
Com o início da pandemia em 2020 a atividade ficou suspensa, as crianças cresceram e foi necessário reconstituir toda a estrutura do grupo, incluindo os seus corpos sociais. Desde março deste ano a Associação tem vindo a focar os esforços na criação das condições para que o grupo coral e etnográfico se apresente publicamente a cantar o Cante tal como ele foi reconhecido como património da humanidade, a vozes sem recurso a instrumentos musicais.

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Portugal

Alentejo em risco de perder Festival Terras Sem Sombra por falta de verbas

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A Direção-Geral das Artes considera Festival Terras sem Sombra elegível ao Programa de Apoio Sustentado às Artes, mas projeta não o considerar, por falta de verbas.

A decisão põe em risco a sobrevivência do Festival nos moldes atuais, uma temporada de Música, Património e Biodiversidade que decorre em dezenas de concelhos de todo o Alentejo, segundo o comunicado enviado à nossa redação pela equipa de comunicação do festival.

“Foi com surpresa e consternação que recebemos a notificação, por parte da Direção-Geral da Artes (DGArtes), de que esta entidade considerou elegível a candidatura do Terras sem Sombra ao Programa de Apoio Sustentado às Artes, na modalidade bienal, mas projeta não a considerar, em termos financeiros, ’em virtude de ter sido esgotado o montante global disponível para a área artística e/ou modalidade de apoio”, adianta Sara Fonseca, diretora executiva do Festival Terras sem Sombra.

A responsável reage ao anúncio da DGArtes, de 4 de Novembro último, que “põe em risco a continuação do Festival, nos moldes em que o temos feito”. Uma decisão que, de acordo com Sara Fonseca, “discrimina negativamente o Alentejo, região onde não foi contemplado um único projecto no âmbito da Música, ao contrário do que tem sucedido nos últimos cinco anos”. Facto que, de acordo com a direcção do Festival Terras sem Sombra, “causa estranheza, face ao anúncio de que está previsto um notório reforço das verbas consignadas às Artes em 2023”.

Uma decisão com tanto de inesperado como de singular, “uma vez que nunca aconteceu durante os últimos anos”, adianta a direcção do Festival. Sendo uma temporada cultural de acesso livre e gratuito, realizado em territórios afastados dos grandes centros, pela inclusão e pela formação de novos públicos, “só consegue oferecer uma programação de qualidade graças à rede de apoios que tem conseguido granjear, dentro e fora do nosso país”. Para tal, apresentou a sua candidatura ao patamar mais baixo do Programa de Apoio Sustentado às Artes (60.000 euros), à semelhança dos anos anteriores.

“Como a Direção-Geral da Artes nos convida a pronunciar-nos, no prazo de dez dias úteis, sobre este projeto de decisão, vamos fazê-lo, confiando em que sejam reprogramadas verbas e a nossa região não fique marginalizada”, conclui a direcção do Terras sem Sombra, que acrescenta: “sem esconder a preocupação, mas na certeza de que baixar os braços não é solução, tudo faremos para prosseguirmos serenamente este caminho em prol da cultura, da coesão territorial e do Alentejo. Confiamos que o ministro da Cultura atenda ao equilíbrio entre territórios e modalidades artísticas e à qualidade do projecto, aliás reconhecida pela Direção-Geral das Artes”.

A 5 de Novembro, o Festival Terras sem Sombra findou, no concelho de Odemira, a sua 18.ª edição, após oito meses de uma intensa programação em 13 concelhos alentejanos. Uma temporada que marcou a etapa de maturidade do Festival e se pautou pela assumida feição internacional e pelo incremento de públicos, parceiros e concelhos abrangidos.

Sublinhe-se que este é o único projecto de música erudita, património cultural e salvaguarda da biodiversidade que abrange a região como um todo. O Festival assenta numa rede de colaborações com municípios e outras instituições do Baixo Alentejo, Alentejo Litoral, Alentejo Central e Alto Alentejo. Envolve também mais de uma centena de voluntários, residentes em diversos pontos da região.

A decisão provisória da D’artes chega num momento em que o Festival Terras sem Sombra prepara a programação das duas próximas temporadas (2023 e 2024), estruturadas, do ponto de vista temático, em torno da diversidade e pluralidade na música e da mulher na música, respetivamente.

Conta já, para o efeito, com a participação de 15 municípios, além de colaborações com embaixadas e entidades de diversos países, entre eles, a Áustria, Bélgica, Brasil, Espanha, Filipinas, Hungria, Itália, Paraguai e República Checa.

A internacionalização do Alentejo, através de uma programação cosmopolita que não esquece os autores e intérpretes nacionais, tem sido uma das marcas do Festival Terras sem Sombra.

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