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Portugal

Festival F decorre entre hoje e sábado com mais de 50 bandas

O Festival F está de regresso, são esperados mais de 50 artistas e bandas para esta 7º edição, que irão atuar sexta-feira e sábado nos nove palcos espalhados pelo núcleo histórico de Faro.

O recinto abre hoje às 18:00 e encerra às 05:00.

As honras para a primeira atuação, este ano, vão para a A Garota Não, que irá atuar no Palco Museu às 19:45.

De seguida, atuam Katalina, José Cid, com a Orquestra Clássica do Sul, Carol, Bárbara Bandeira, Lhast, Cláudia Pascoal, Nenny, Rita Vian, The Black Mamba, Viviane, Lon3r Johny, Syro, Wet Bed Gang, Pedro Mafama e os DJ Wilson Honrado e Danni Gato.

Estão ainda agendados para hoje nomes como Mari Segura, Cassete Pirata, Marco Rodrigues, Suricata, Agir, Rita Rocha, Matay, Irma, Milhanas, HMB, benji price, Bateu Matou, T-Rex, Richie Campbell, PAUS e Karetus.

No sábado rumam à capital algarvia Mimi Froes, Luís Trigacheiro, Leo Middea, Miguel Araújo, Beatriz Rosário, Vitão, Ivandro, Nuno Lanhoso, Jüra, Domingues, Chico da Tina, Julinho KSD, Mateus Verde, Saída de Emergência, Dino D’Santiago e os DJ Kura e Carolina Torres.

Portugal

Ventura diz que vai propor apoio de 125 euros “todos os meses” de 2023

André Ventura afirmou hoje que irá propor que o apoio de 125 euros previsto pelo Governo se estenda a todos os meses do próximo ano e que este esteja isento de tributação.

No decorrer de uma conferência de imprensa na Assembleia da República, o líder do Chega afirmou que o partido propõe, no âmbito da discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2023, a isenção de tributação do apoio de 125 euros que vai ser atribuído no mês presente.

André Aventura avança ainda que o Chega irá apresentar uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), que será conhecido na quinta-feira, que prevê a não tributação dos subsídios de férias e de Natal, exigindo ainda a atualização dos escalões do IRS.

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Portugal

Cerca de 6.000 pessoas já assinaram petição a pedir solução mediada para diferendo entre agricultor e Estado

Cerca de 6.000 pessoas assinaram uma petição a pedir a António Costa que reúna com os agricultores Luís Dias e Maria José Santos, para que seja concretizado o processo de mediação pela Provedoria de Justiça.

Esta quinta-feira à tarde, por volta das 17h15, o documento já contava com 5.990 assinaturas. Os assinantes afirmam ter “seguido com preocupação” a greve de fome levada a cabo pelo agricultor Luís Dias, em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, onde se encontra numa tenda há quase 30 dias.
Os peticionários reivindicam “uma solução mediada” para o diferendo que opõe Luís Dias ao Ministério da Agricultura no caso da Quinta das Amoras, em Idanha-a-Nova.

“Não cabe aos peticionários julgar o diferendo na praça pública nem determinar os remédios adequados. Mas não deixamos de ser sensíveis à situação humanitária do agricultor Luís Dias e à existência de erros, omissões e responsabilidades do Estado no processo, documentados em relatório da Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território”, pode ler-se na petição.

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Portugal

Buscas realizadas na casa de portuguesa encontrada desmembrada em França

As autoridades luxemburguesas realizaram buscas na casa de Diana Santos, a portuguesa encontrada desmembrada em França, segundo o avançado pelo jornal luso-luxemburguês Contacto.

Recorde-se que a mulher, de 40 anos, estava a viver no Luxemburgo e foi encontrada morta, no passado dia 19 de setembro, na comuna francesa de Mont-Saint-Martin, perto da fronteira.

Segundo o mesmo jornal a habitação foi selada pelas autoridades. Diana tinha-se mudado há pouco tempo para a cidade e vivia com um homem, cuja identidade e paradeiro são ainda desconhecidos.

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Portugal

Governo propõe salário mínimo de 760 euros no próximo ano

O salário mínimo nacional irá aumentar dos 705 euros para 760 euros no próximo ano, de acordo com a proposta do Governo para um acordo de rendimentos e competitividade.

Ao contrário do que estava anteriormente previsto para o próximo ano, o salário mínimo nacional terá um aumento de 55 euros, uma diferença adicional de forma a atenuar os efeitos da inflação.

Recorde-se  que o objetivo de alcançar os 900 euros até final da legislatura mantém-se.

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