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Sociedade

Covid-19: Penedono é o único concelho em risco extremo de infeções – DGS

 Penedono é o único concelho do país em risco extremo de infeção pelo coronavírus SARS-CoV2, tendo baixado deste patamar Alvito e Cuba, indica o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) hoje divulgado.

O risco extremo de infeção verifica-se quando um concelho tem uma incidência cumulativa a 14 dias acima dos 960 casos de infeção por 100 mil habitantes.

No boletim da passada sexta-feira, dia em que são comunicados os valores dos concelhos, Penodono, Alvito e Cuba eram os três que se encontravam neste nível de risco extremo.

Segundo os dados da DGS, Penedono apresenta uma incidência acumulada a 14 dias – entre 07 e 20 deste mês – de 2.138 casos de infeção, quando no relatório anterior registava 1.166 casos.

Como uma tendência contrária estão agora Alvito, que passou de 2.958 para 810 casos, e Cuba, que registou uma redução da incidência de 1.100 para 748.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Além de Alvito e Cuba, mais sete concelhos estão em situação de risco muito elevado, ou seja, com uma incidência de entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes: Campo Maior (911), Ferreira do Alentejo (564), Pedrógão Grande (498), Proença-a-Nova (566), Rio Maior (508), Penamacor (847) e São Pedro do Sul (616).

Entre ao 240 e os 479,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias o boletim indica a existência de 13 concelhos nessas condições, menos dois do que no relatório anterior.

Segundo o boletim, entre os 120 e os 239,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias estão 29 concelhos, menos 14 do que os 43 registados semana anterior.

Com uma incidência de zero casos estão agora 33 concelhos, mais sete do que o registado pela DGS na semana anterior.

Portugal regista hoje mais 930 casos confirmados de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2, oito mortes associadas à covid-19, uma descida nos internamentos em enfermaria e subida nos cuidados intensivos, segundo dados oficiais.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), divulgado hoje, estão agora internadas 284 pessoas, menos quatro do que na quinta-feira, das quais 60 em unidades de cuidados intensivos, mais duas nas últimas 24 horas.

Os oito óbitos foram registados nas regiões de Lisboa (1), Norte (2), Centro (2), Alentejo (2) e Algarve (1).

Quatro das vítimas mortais tinham mais de 80 anos e outras quatro entre os 70 e os 79.

A taxa de incidência de infeções com SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias a nível nacional continua a subir situando-se hoje nos 86,1 casos por 100 mil habitantes, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) se manteve em 1,02.

Segundo o boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge divulgado hoje, a nível nacional a taxa de incidência subiu de 84,4 para 86,1.

Em Portugal continental, este indicador registou também uma pequena subida passando dos 84,8 para 86,5 casos por 100 mil habitantes.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

A covid-19 provocou pelo menos 4.926.579 mortes em todo o mundo, entre mais de 242,39 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.125 pessoas e foram contabilizados 1.083.651 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Lusa

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