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Portugal

Beja : Dois detidos por posse de armas proibidas

No dia 13 de agosto, o Comando Territorial de Beja, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Beja, deteve dois homens de 25 e 34 anos, por posse de armas proibidas e por crime contra a preservação da fauna e das espécies cinegéticas, no concelho de Beja.

Na sequência de uma investigação, os militares da Guarda abordaram um veículo suspeito, tendo os seus ocupantes demonstrado um comportamento nervoso. No decurso das diligências policiais, os militares da Guarda efetuaram uma busca ao veículo e uma revista de segurança aos suspeitos, resultando na apreensão do seguinte material:

  • Uma carabina, equipada com mira telescópica de visão térmica e silenciador;
  • Quatro carregadores de diversos calibres,
  • 170 munições de diversos calibres;
  • 48 cápsulas deflagradas, de calibre 243;
  • 26 selos de caça;
  • Sete facas;
  • Um punhal;
  • Um dispositivo explosivo, vulgo petardo;
  • Um silenciador para carabina;
  • Um monóculo, com visão térmica;
  • Uma serra elétrica;
  • Uma câmara de filmar, de caça;
  • Um rádio portátil;
  • Uma lanterna;
  • Um chamariz de aves;
  • Dois javalis;
  • Um veado.
  • Um veículo automóvel.

Os detidos foram constituídos arguidos, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Beja.

Esta ação policial contou com a presença do serviço veterinário municipal de Beja.

Portugal

Ventura diz que vai propor apoio de 125 euros “todos os meses” de 2023

André Ventura afirmou hoje que irá propor que o apoio de 125 euros previsto pelo Governo se estenda a todos os meses do próximo ano e que este esteja isento de tributação.

No decorrer de uma conferência de imprensa na Assembleia da República, o líder do Chega afirmou que o partido propõe, no âmbito da discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2023, a isenção de tributação do apoio de 125 euros que vai ser atribuído no mês presente.

André Aventura avança ainda que o Chega irá apresentar uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), que será conhecido na quinta-feira, que prevê a não tributação dos subsídios de férias e de Natal, exigindo ainda a atualização dos escalões do IRS.

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Portugal

Cerca de 6.000 pessoas já assinaram petição a pedir solução mediada para diferendo entre agricultor e Estado

Cerca de 6.000 pessoas assinaram uma petição a pedir a António Costa que reúna com os agricultores Luís Dias e Maria José Santos, para que seja concretizado o processo de mediação pela Provedoria de Justiça.

Esta quinta-feira à tarde, por volta das 17h15, o documento já contava com 5.990 assinaturas. Os assinantes afirmam ter “seguido com preocupação” a greve de fome levada a cabo pelo agricultor Luís Dias, em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, onde se encontra numa tenda há quase 30 dias.
Os peticionários reivindicam “uma solução mediada” para o diferendo que opõe Luís Dias ao Ministério da Agricultura no caso da Quinta das Amoras, em Idanha-a-Nova.

“Não cabe aos peticionários julgar o diferendo na praça pública nem determinar os remédios adequados. Mas não deixamos de ser sensíveis à situação humanitária do agricultor Luís Dias e à existência de erros, omissões e responsabilidades do Estado no processo, documentados em relatório da Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território”, pode ler-se na petição.

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Portugal

Buscas realizadas na casa de portuguesa encontrada desmembrada em França

As autoridades luxemburguesas realizaram buscas na casa de Diana Santos, a portuguesa encontrada desmembrada em França, segundo o avançado pelo jornal luso-luxemburguês Contacto.

Recorde-se que a mulher, de 40 anos, estava a viver no Luxemburgo e foi encontrada morta, no passado dia 19 de setembro, na comuna francesa de Mont-Saint-Martin, perto da fronteira.

Segundo o mesmo jornal a habitação foi selada pelas autoridades. Diana tinha-se mudado há pouco tempo para a cidade e vivia com um homem, cuja identidade e paradeiro são ainda desconhecidos.

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Portugal

Governo propõe salário mínimo de 760 euros no próximo ano

O salário mínimo nacional irá aumentar dos 705 euros para 760 euros no próximo ano, de acordo com a proposta do Governo para um acordo de rendimentos e competitividade.

Ao contrário do que estava anteriormente previsto para o próximo ano, o salário mínimo nacional terá um aumento de 55 euros, uma diferença adicional de forma a atenuar os efeitos da inflação.

Recorde-se  que o objetivo de alcançar os 900 euros até final da legislatura mantém-se.

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