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Cultura

Um ano depois, dioceses portuguesas preparam-se para JMJ de 2022

As dioceses portuguesas estão com preocupações operacionais e formativas num caminho de envolvimento juvenil para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que o país vai acolher em 2022.

Um ano após o anúncio da escolha de Lisboa para a próxima edição internacional da JMJ, feito no Panamá,

O anúncio da realização da, em Portugal, foi há um ano e desde então as dioceses têm estado a organizar-se as propostas para a juventude não se esgotam na preparação deste evento, refere João Clemente, diretor do Setor da Juventude no Patriarcado de Lisboa.

“O ano pastoral a decorrer vai ter dois pulmões: é, por um lado, o último ano da receção do Sínodo diocesano (Sonho missionário de chegar a todos, 2016) com o tema da caridade, e o primeiro de caminho para a JMJ”, apresenta o responsável, em declarações à Agência ECCLESIA.

Um dos pontos altos do ano pastoral está agendado para os dias 28 e 29 de março: a Jornada Diocesana da Juventude vai ter um “modelo aproximado” de uma JMJ, convidando os jovens a “pernoitar”, assente em “quatro pilares que acontecem numa JMJ: a dimensão cultural e artística, a vigília de oração, a catequética e formativa e o encontro com o bispo diocesano e a missa de envio”, indica.

João Clemente fala num caminho de comunhão entre o Serviço da Juventude do Patriarcado de Lisboa e o Comité Organizador Local (COL), que tem sido feito, de “articulação entre a proposta diocesana, contínua no tempo depois da JMJ, e as necessidades e responsabilidades que o COL tem”.

Um dos momentos altos do ano pastoral será a peregrinação de jovens a Roma, no domingo de Ramos, a 5 de abril, para trazer para Portugal a cruz mariana e o ícone de Nossa Senhora, símbolos da JMJ, contando com cerca de 300 jovens do patriarcado de Lisboa.

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