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Economia

Tyco Electronics inicia nova vaga de despedimentos de precários em Évora

Foto: esquerda.net

Segundo uma denúncia ao portal despedimentos.pt, a empresa Tyco Electronics continua a despedir trabalhadores precários na sua unidade industrial em Évora, por intermédio da I9 Componentes que despediu cerca de 50 a 60 trabalhadores sem aviso prévio.

Segundo as denúncias, há ainda uma outra parte dos trabalhadores subcontratados a quem a administração já indicou que “gozem” os dias de férias até ao fim do contrato, sendo um forte sinal de que pretende não renovar também esses contratos – sendo que todas estas situações ocorrem sem respeitar o período de aviso prévio previsto na lei.

A empresa subcontratada dá como justificação que estes trabalhadores têm contrato de trabalho, visto que estes despedimentos, na sua maioria, resultam da decisão da Tyco retirar a linha de produção. O conjunto dos precários subcontratados através da I9 Componentes trabalham dentro da fábrica e utilizam todos os equipamentos e máquinas da Tyco Electronics.

Com esta conduta, em que a Tyco se esconde atrás de empresas intermediárias e não comunica claramente as suas decisões aos trabalhadores, muitos continuam sem saber se têm ou não trabalho quando voltam das supostas férias. São pessoas que ficaram com pouca proteção e sem rendimento, de um dia para o outro. Os trabalhadores apontam o dedo a mais uma empresa que não hesita em servir-se da precariedade para se descartar das suas obrigações em tempo de andemia.

O portal despedimentos.pt(link is external) recorda que “a Tyco foi uma das empresas que, logo nos primeiros momentos da crise sanitária, optou pelo caminho do abuso patronal e descartou trabalhadores a quem tinha imposto uma situação precária”. Foi divulgado no mês de março no mesmo portal que a administração da empresa impôs férias forçadas com a ameaça a lay off e despediu precários na unidade de Évora.

A Tyco é uma multinacional norte-americana que, na sua unidade de Évora, produz componentes electrónicos para a indústria automóvel.

Fonte: esquerda.net

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