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Internacional

Síria: Número de mortos causados por ataques aéreos israelitas sobe para 40

O número de militares sírios e milícias aliados mortos esta madrugada num novo ataque aéreo israelita à região de Deir al Zur aumentou para 40 e o número de feridos para 37, anunciou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

O anterior balanço dava conta de 31 militares e combatentes pró-regime sírio mortos, o que já tinha levado o Observatório a considerar o ataque como o mais mortífero desde 2018.

Segundo a organização humanitária, nove dos mortos são membros do exército sírio enquanto os restantes 31 são combatentes estrangeiros filiados nas milícias pró-iranianas.

O ataque teve como alvo armazéns de armas do exército sírio, mas também o grupo xiita libanês Hezbollah e as forças iranianas e suas milícias “na área que se estende desde a cidade de Deir al Zur até à fronteira sírio-iraquiana, no deserto de Al Bukamal”, especificou o Observatório.

O bombardeamento, o quarto em menos de três semanas e o segundo em 2021, destruiu várias posições militares e depósitos de munições e armas.

A agência de notícias oficial síria Sana confirmou o ataque do “inimigo israelita”, durante a madrugada, contra a cidade de Deir al Zur e a cidade de Al Bukamal, mas não avançou nenhum balanço do número de vítimas.

A última ação de Israel em território sírio ocorreu na quinta-feira, quando três pessoas morreram e outras 11 ficaram feridas num ataque com mísseis contra posições das forças sírias e das suas milícias aliadas, no sul do país árabe.

Israel bombardeia frequentemente alvos de forças leais ao Presidente sírio e as milícias xiitas libanesas ou iranianas suas aliadas, causando, às vezes, baixas, embora raramente tenha confirmado oficialmente essas operações.

As autoridades israelitas consideram que a presença na Síria do Irão e do seu inimigo libanês Hezbollah representa uma ameaça à sua segurança.

Em 2020, Israel atingiu cerca de 50 alvos na Síria, de acordo com um relatório anual publicado pelo exército israelita, incursões que, segundo afirmou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em novembro, representam a “política clara” do país.

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