Cultura
FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE ÉVORA
O FIMÉ é um festival de música dedicado à música clássica. Tendo a 1.ª edição sido um grande sucesso e com uma aceitação e afluência muito significativa pelo público, decidimos dedicar mais uma edição à música antiga. O repertório do Renascimento ao Barroco é muito vasto e em constante re-descoberta, para além de divulgarmos algumas das mais conhecidas obras destes períodos uma das intenções e prioridades do Festival é dar a oportunidade ao público de escutar obras menos conhecidas.
O Festival pretende trazer à cidade um leque de músicos internacionais que interpretarão algumas das mais marcantes e impressionantes obras destes períodos. Um programa do Renascimento Português (Escola de Música da Sé de Évora) e barroco passando pela música Italiana, Francesa e Alemã. Duarte Lobo, Frei Manuel Cardoso, Monteverdi, Gesualdo, Vivaldi, Couperin, Bach, as mais marcantes e impressionantes obras destas épocas.
O Festival contará com algumas novidades, para além de apresentarmos uma série de grandes concertos iremos envolver o público em conversas com os músicos, visitas guiadas/itinerários, recitais em espaços ao ar livre e algumas surpresas.
Depois do grande êxito, sucesso e aceitação pelo público da cidade de Évora o FIMÉ apresenta-se pela segunda vez, numa edição dedicada à música antiga, trazendo à cidade um conjunto de músicos internacionais e portugueses de carreira internacional que aceitaram o desafio de mostrar o seu virtuosismo artístico e performativo em concertos únicos e irrepetíveis.
Numa cidade com uma vibrante história e património musical pretende-se valorizar essa riqueza e adicionar as sonoridades e experiências de músicos da Europa e do Mundo especializados na interpretação da música em instrumentos de época.
Valorizando a vibrante história e património musical da cidade de Évora, interpretações historicamente informadas, a troca de experiências entre músicos e a população, as vivências de
património e cultura, a fusão de sonoridades com o património arquitectónico e a ocupação de diferentes e improváveis espaços da cidade são a inovação do festival.
Os músicos interpretarão algumas das mais marcantes e impressionantes obras, em instrumentos de época, através de um programa que viaja do Renascimento ao Barroco da música Italiana, Portuguesa, Francesa e Alemã: Gesualdo, Monteverdi, Vivaldi, Lopes Morago, Lobo, Melgás, Couperin, Bach.
Músicos Portugueses, Holandeses, Israelitas, Espanhóis, Suecos, Ingleses, Australianos, e da Estónia, muito versáteis reúnem-se por uma semana nesta experiência de partilha
musical com a cidade.
