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Sociedade

BE de Santiago do Cacém exige adiamento da decisão da APA, que “aumenta o risco de depósitos ilegais de amianto”

Em entrevista ao Canal Alentejo, o porta-voz da concelhia do Bloco de Esquerda de Santiago do Cacém Bruno Candeias, fala-nos sobre o que pode vir a acontecer, e quais as preocupações do partido.

A Agência Portuguesa do Ambiente proibiu a receção de resíduos de fibrocimento em aterros de resíduos não perigosos. Esta decisão trouxe muitas preocupações à concelhia do Bloco de Esquerda de Santiago do Cacém, e não só.

O Bloco de Esquerda de Santiago do Cacém demonstrou preocupação no assunto, onde diz em comunicado que “a rede nacional de aterros (RCDA), onde era possível depositar resíduos de construção e demolição contendo amianto, passou de 12 para 3 instalações, todas localizadas/centralizadas na Chamusca, por apenas estas conterem uma célula separada de outra que receba resíduos biodegradáveis.”

A concelhia diz que “este processo, foi precedido de uma enorme insensibilidade ambiental e despreocupação em garantir espaços licenciados para os depósitos, criando uma situação que era perfeitamente evitável, ficando assim o país dependente dos aterros da Chamusca.”

Algumas associações ambientalistas, como a Quercus e a SOS Amianto, também alertam para os riscos desta decisão.

Em entrevista ao Canal Alentejo, o porta-voz da concelhia do Bloco de Esquerda de Santiago do Cacém Bruno Candeias, fala-nos sobre o que pode vir a acontecer, e quais as preocupações do partido.